Lá se faz, aqui se paga

José William Vieira

              Eu, José William Vieira,  escrevi um livro intitulado: “Lá se faz, aqui se paga” e encontra-se à venda na “Livraria Nobel” e na Academia de Ginástica  “Boa Forma”, ao lado da a AABB. Cada exemplar custa R$35,00. Caso haja interesse, dirija-se até o local.

No livro abordo questões contemporâneas que contemplam o homem na sociedade, na sua relação com a natureza e com ele mesmo. Trata-se de um diálogo entres dois seres que observam o comportamento do ser humano à distância e fomentam uma rica discussão a respeito, examinando com profundidade as influências que as pessoas sofreram ao longo dos anos e como atualmente lidam com essa herança.

            De forma empírica, apoiado apenas em experiências vividas, observações e reflexões sobre os livros lidos, destrinço o labor, a alegria e as complicações cotidianas do homem na sociedade e no relacionamento. Num diálogo de linguagem clara e acessível, com uma pontinha de humor, para atenuar a pujança da realidade. Nele, os personagens fazem uma reflexão mais apurada sobre as armadilhas escondidas na estrutura da sociedade, e as superstições criadas pelo pensamento para suportar melhor a via-crúcis que é o viver.   

O diálogo entre dois personagens apenas, foi a forma que encontrei para expor  pensamento a respeito de diversos temas que emergem no nosso cotidiano como a religião, a política, a economia, o futebol, o entretenimento, dentre outros mais.

                Discorro sobre esses assuntos ora de forma leve, cômica, ora de forma profunda e até mesmo técnica.  O texto se desenvolve totalmente por meio da conversa entre dois personagens que sequer têm seus nomes revelados. Evitei utilizar da figura do narrador para não criar distração.  Mas, claro, cabe ao leitor usar sua criatividade para produzir cenários, imprimir rostos aos personagens e intuir, por meio dos recursos de pontuação utilizados, atonalidade das vozes, ora irônica, ora cômica, ora brava, ora indagativa ou sugestiva…           

                A história começa com achegada de um dos personagens a um local que a princípio parece ser o céu,aquele céu que, no imaginário coletivo, se contrapõe ao inferno e este tem o encontro com seu anfitrião. A partir de então todo o texto se desenvolve por meio de um bate-papo entre ambos. A princípio, a história chega a ser cômica,com a recusa do novo inquilino em aceitar aquele local que a partir de então seria sua morada. As explicações do anfitrião acerca do lugar assustam ainda mais o visitante que, preso às crenças e dogmas internalizados ao longo de uma existência, fazia outra ideia do que seria a vida pós-morte. Entretanto, no decorrer da conversa os papeis são trocados e o inquilino é quem passa a apresentar ao anfitrião, de forma crítica, os elementos constitutivos da idiossincrasia humana e sua forma peculiar de enxergar o mundo de onde veio.  Devido aos assuntos polêmicos tratados no livro, com certeza ele provocará as mais diversas reações em seu público.              

                O teor do livro dividirá opiniões, causando resistências e objeções. Mas, acredito eu, leva o leitor a pensar de forma autônoma e de refletir um pouco mais sobre seu existir no mundo.

Qualquer coisa entre em contato:
jwvieira@yahoo.com.br
zewilliam@yahoo.com
Zap: 77 9 9113 9313

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Brasileiro da Bahia que gosta de escrever. Escritor/Jornalista que gosta de abordar o cotidiano do seu ângulo de visão.

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