A Pandemia

A PANDEMIA
O Inimigo número um da humanidade é conhecido popularmente de Coronavírus, seu nome próprio COVID 19; nasceu em princípios de dezembro de 2019 na cidade de Wuhan na China, logo, o monstro é um personagem com dados civis estabelecidos. De forma invisível, e de alta periculosidade se desloca na velocidade dos supersônicos, atingindo todo o planeta, causando dor e lágrimas, deixando números apocalípticos de órfãos, de viúvas e de viúvos.

Não queria falar desse monstro sinistro e voraz, consumidor de vidas humanas, mas preciso esvaziar-me dele e essa é a forma encontrada de fazê-lo.

Então, o nosso personagem chega em março de 2020 e no seu primeiro ano que parecem mais de dez, ante o terror causado e uma estatística comparada só com as grandes guerras mundiais, deixa toda a classe da ciência médica atônita.

Quanta polêmica esse indivíduo causou no tocante ao seu surgimento, opiniões as mais diversas, chegando a ser cogitado como vírus de laboratório, outros como advindo do hediondo morcego, aliás, um mamífero comestível entre os chineses. O fato é que sua origem é mesmo chinesa e chegou a todos os cantos e recantos do planeta e tendo alçado à categoria de Pandemia.

Tem início então a grande escalada para o seu combate, o inimigo invisível está ganhando todas as batalhas até o presente momento. A luta pelo contingenciamento e pela mobilização pelo país é de guerra, hospitais de campanha montados em poucos dias, usinas de oxigênio, respiradores, UTIs, enfim um arsenal arregimentado em todas as regiões do pais e nada a debelar a sanha mortal do monstro devorador.

Estamos passando pela segunda onda, o inimigo não toma conhecimento pela dor e lágrimas de ninguém e ataca com suas variantes e mutações, serão eles seres inteligentes?

Deparamos agora com os estragos e prejuízos que faz na política e na economia do país. Na política, derrubou ministros; O STF outorga aos governadores e prefeitos a condução do combate, deixando o Presidente praticamente responsável em mandar os recursos para fazer frente às despesas necessárias para tal e o faz de forma rápida e suficiente e cria o auxílio emergencial para combater às necessidades básicas da população que ficara desassistida no calor do desemprego.

A máscara, o distanciamento social, o álcool em gel a 70 graus, estão ao alcance de todos e parecem eficazes, isso é unanime entre a classe médica e a ciência, o que não é unanime é o tratamento precoce à base Hidroxidocloroquina, Ivermectina, Azitromicina, vitamina D etc. grande foi a repercussão mundo afora.

O cerne da questão, então se viraliza em torno da vacina, que vem sendo produzida por laboratórios de vários países e nos cabe aceitá-la, na esperança e na fé em sua eficácia e segurança.

Neste momento, fechando esta matéria, o número de óbitos ultrapassa a marca estonteante de 270.000 brasileiros, assim na minha impotência resta-me rogar ao Supremo Arquiteto do Universo capacitar os cientistas a desenvolverem medicamentos e vacinas para conter o monstro invisível e trazer a normalidade de volta ao planeta azul.

Texto de Romilton Ferreira
Caetité – Ba, 10 de março de 2021.

Romilton Ferreira de Souza é escritor, intelectual e poeta em plena atividade. Acadêmico Fundador da Academia de Letras de Caetité. Ocupa a cadeira 15, cujo patrono é o Professor GERSON PRISCO. Romilton sempre teve uma vida intelectual ativa e continua tendo, pois, acabara de concluir mais um livro e que espera a pandemia passar para publicá-lo. Vamos aguardar!

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Brasileiro da Bahia que gosta de escrever. Escritor/Jornalista que gosta de abordar o cotidiano do seu ângulo de visão.

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