Frescura demais nesse tal de selinho no filho

fotoEu sempre achei estupidez e babaquice e um tanto quanto careta, esse negócio de mãe beijar o filho na boca. Eu sempre evitei tecer comentário para não dizer que sou monstro, mas, agora, depois que uma psicóloga americana afirma o que eu já sabia há muito tempo, que a mãe, ao beijar o filho na boca inferniza a vida do filho, porque a boca é uma zona erógena e toda vez que a mãe faz isso, ele trava os estímulos libidinosos e quando a criança cresce e vai beijar a namorada na boca, ele procede do mesmo e jeito, recalcando os prazeres em virtude do conflito  ambivalente, complexo de édipo ao lembrar da mãe e o prazer sexual pela namorada, esse conflito, pode deixar o indivíduo brocha, aboiolado como o filho de Edmundo animal ou, simplesmente,  desenvolver outro tipo de patologia para o resto da vida quando não resolvido.

Mas, mulher é bicho doido, não tem juízo, não pensa, cria filho com muita frescura e acha ser afeto essa bestagem de beijar na boca e acaba lascando com a vida do filho,  por excesso de frescura, frescura essa totalmente desnecessária.

O que me impressionou nisso tudo foi essa descoberta ter sido feita por uma psicóloga mulher e não por um psicólogo homem.

“O ato de os pais darem um estalinho em seus filhos é uma demonstração de afeto, carinho, mas, para a psicóloga americana Charlotte Reznick, deve ser evitado. A professora da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, e autora do best-seller “The power of your child’s imagination: how to transform stress and anxiety into joy and success” (“O poder da imaginação dos seus filhos: como transformar estresse e ansiedade em alegria e sucesso”, em tradução livre) levantou a polêmica ao declarar, em entrevista ao jornal britânico “The Sun”, que beijar os filhos na boca é “muito sexual”.

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Brasileiro da Bahia que gosta de escrever. Escritor/Jornalista que gosta de abordar o cotidiano do seu ângulo de visão.

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